segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

texto 51 - Ilusões

Não é o que tenho que me pertence.
Nem os seios que margeio
Ou o que tem endereço
e boca vândala de promessas.
Nem o que tenho guardado
-teu ouro do melhor-
ou o que me é dado
no leito, altar dos sacrifícios.

Não é o que tenho que me pertence,
pois meu verdadeiro é só o que me iludo ter.